Abrindo portas

O papel do professor no processo de ensino-aprendizagem de uma língua estrangeira

Um leitor cobrou na nossa página do Facebook que abordássemos o papel do professor no processo de ensino-aprendizagem de um idioma estrangeiro e, evidentemente, na nossa instituição IDIOMASTER.
Ao invés de responder diretamente à questão, vamos lançar um pequeno texto que, esperamos, desencadeará uma boa discussão entre os nossos leitores.

O professor deve abrir portas para os alunos, mostrando-lhes caminhos que, mais cedo ou mais tarde, eles deverão trilhar sozinhos. O professor deve acompanhar o aluno para uma variedade de portas. Quando o professor toma atitudes certas, ele leva o aluno a reconhecer seus talentos e potencial e, num dado momento, o aluno não somente caminhará sozinho, mas passará também a abrir as portas que surgirão em seus caminhos.

Convidamos os leitores deste blog à reflexão: 

  • Como o professor de um idioma estrangeiro pode abrir portas para os seus alunos? 
  • Quais seriam as atitudes corretas? 
  • De que maneira os alunos se tornarão também “abridores de portas”? 
  • Quais seriam essas portas?

22 comentários:

Juan disse...

Marina,

Parabéns. O post é muito interessante

Bruno disse...

No caso do ensino e aprendizagem de idiomas, acredito que as portas seriam as diferentes vertentes da língua estrangeira estudada (gramática, vocabulário, estruturas das frases, pronúncia, conversação, compreensão da língua falada, leitura, etc.). O professor abre portas trazendo para o aluno atividades relacionadas a tais vertentes: artigos de jornais e revistas, vídeos, canções, entrevistas, temas para discussão oral e escrita, emissões de televisão, etc.). O aluno passa a abrir as portas quando se tornar autônomo nessas competências, ou seja, poderá ver filmes no idioma estudado sem ler legendas, poderá se comunicar oralmente e por escrito com falantes nativos, etc.

Juan disse...

Oi Bruno! Gostei muito dos seus comentários. Confesso que havia pensado no assunto sob outro ângulo: a aprendizagem de um novo idioma com objetivos específicos - exames (Itamaraty, por exemplo), pós-graduação, viagens, hotelaria, tradução juramentada, turismo, conferências, leitura de obras no original, etc. Cada uma dessas possibilidades seria uma porta aberta para a realização profissional.
Focando o assunto de maneira diferente, a sua contribuição é absolutamente pertinente!

Marina Aparecida disse...

O assunto é realmente muito amplo, permitindo uma rica discussão. Assim sendo, tanto Bruno quanto Juan abordaram a questão com propriedade. A coordenação pedagógica da IDIOMASTER não poderia deixar de estar atenta para todas essas vertentes e necessidades, tanto no processo de ensino-aprendizagem, quanto no empírico mercado de trabalho. Nossos professores têm apoio pedagógico, além de dispor de um enorme acervo de material impresso e digital (áudio e vídeo) para preparar as suas aulas. O professor que não prepara suas aulas corre o risco de trancar as portas aos seus alunos. Além disso, empatia e compreensão são qualidades fundamentais para que o professor possa traçar objetivos corretos para seus alunos e se empenhe para que eles sejam alcançados.

Não deixe de unir o útil ao agradável: a IDIOMASTER oferece cursos de idiomas com objetivos específicos - turismo, hotelaria, estudos acadêmicos, CNPQ, exames de Cambridge ou Michigan, Delf, Dalf, etc.

Juliana Souza Coutinho disse...

A imagem do mestre detentor do saber já não condiz mais com a realidade do nosso mundo globalizado onde imperam as mais variadas mídias. O papel do professor não é mais transmitir saberes aos alunos, mas sim estimular processos cognitivos que levarão o aluno à autonomia intelectual, tornando-o autodidata . Nem sempre o professor está ciente deste novo papel e, ao invés de facilitar, dificulta a vida do aluno, retardando, assim, a aprendizagem. Isso seria, seguindo a lógica do blog, trancar / fechar portas.
Que tal postarmos agora atitudes equivocadas de professores?

Nadir disse...

Gostei da idéia, Juliana. Vou começar a lista. Detesto quando o professor fala sem parar, deixando o aluno passivo e roubando o tempo de fala do aluno. É o aluno que precisa praticar conversação, não?

Amanda Muller Garcia disse...

É muito chato quando o professor só escolhe como temas de aula assuntos que agradam ao professor e negligencia assuntos do interesse do aluno. Para quem está precisando praticar um idioma estrangeiro, nada melhor do que falar de assuntos que conhece e se sente à vontade para falar. É constrangedor falar de assuntos que não interessa. Em bom português: não é a nossa praia. Quando isso acontece, só resta ao aluno ficar de ouvinte. Aliás, é difícil até ficar ouvindo. Um saco!

Marina Aparecida disse...

OS TEMAS DAS AULAS DEVEM AGRADAR A QUEM?

Você tem razão, Amanda:

Escolher como temas de aula assuntos que agradam ao professor e negligenciar assuntos do interesse do aluno é antipedagógico. Isso não quer dizer que o professor, COM HABILIDADE, não possa introduzir novos tópicos, incrementando a aula: estender os horizontes do aluno é abrir portas, o que nada tem a ver com o comodismo de só tratar assuntos de fácil abordagem pelo professor.

Roberto lima oliveira disse...

Nada mais desagradável do que, ao fazer uma pergunta, ouvir “Vamos ver isso mais tarde”. O professor, naturalmente, não tem resposta para tudo e pode ter dúvidas. Mas quando a dúvida acontece, fica devendo uma resposta ao aluno na aula seguinte. Isso, sim, é uma atitude ética e responsável.

Marina Aparecida disse...

As perguntas dos alunos devem ser valorizadas e devem nortear o trabalho do professor: quando não puder responder às dúvidas imediatamente (motivo pedagógico: assunto complexo com grande distanciamento do assunto em pauta; dúvida do próprio professor), o prazo máximo para esclarecimento da questão é a aula seguinte.

Joaquim Octavio Oliveira disse...

Acredito que todo aluno saiba que não existe professor infalível. Pode acontecer de se enganar. Mas tem professor que não admite não saber tudo, que acha que não pode errar. Nada mais nobre do que voltar atrás e corrigir uma informação equivocada para não induzir o aluno ao erro. O aluno apreciará essa bonita atitude.

Marina Aparecida disse...

Primeira premissa: Errar é humano.

Segunda premissa: O professor é um ser humano.

Conclusão: Professor também erra.

Comentário: Nobre é o professor que reconhece o seu erro e não deixa de corrigi-lo.

Nadir disse...

Falando em erro, tem professor que não corrige os erros do aluno, diz que o que importa é a comunicação. Não acredita no potencial do aluno. Como podemos progredir assim?

Marina Aparecida disse...

CORRIGIR É PRECISO, mas...

É preciso encontrar um ponto de equilíbrio. Interromper várias vezes um aluno iniciante e que está se esforçando para falar no novo idioma pode desestimular e inibir o desenvolvimento da fluência do aluno. Uma boa estratégia seria anotar os erros para comentá-los quando o aluno terminar a sua fala.

Alberto Guedes da Silva disse...

Nadir e Marina, acho que o professor deve corrigir os erros principais: interromper o aluno o tempo todo para corrigir erros é desagradável. Já na escrita é diferente. Há casos em que o professor não corrige, porque está distraído. Muito desagradável perceber que estamos falando sozinhos, o professor não está prestando atenção e, consequentemente, não pode corrigir os nossos erros.

Juliana Souza Coutinho disse...

DISCRIMINAÇÃO

Há professores que desprezam alunos que aprendem de maneira mais lenta (dão mais trabalho, estimulam a preguiça do professor). Mas há também aqueles que detestam alunos muito sabidos (estimulam a insegurança ou/e espírito de competição do professor). As duas atitudes são incompatíveis com profissionalismo.

Marina Aparecida disse...

A IDIOMASTER conta com um corpo de professores experientes em adequar suas aulas às necessidades de seus alunos, respeitando background, ritmo de aprendizagem e preferências de cada um. No ato da inscrição, você pode nos informar, por exemplo, se prefere um professor nativo ou brasileiro, inglês americano ou britânico, ênfase no oral ou na escrita, etc.

Juan disse...

Uma situação muito chata é quando, numa aula em grupo, o professor deixa um único aluno dominar a aula, falando o tempo todo, enquanto os demais alunos ficam como meros ouvintes. Ou, ainda, quando o professor ou algum aluno faz um aparte, a conversa rola em português. Por vezes, o professor chega a dizer: vou falar em português para ficar bem claro. Seria falta de fluência do professor? Nessas duas situações, o resultado é falta de domínio da aula e bagunça.

Juliana Souza Coutinho disse...

Juan, os próprios alunos podem contornar essas situações, interferindo e manifestando a sua vontade de também participar e dar o seu recado. Podem também dar o grito: “Em inglês/francês/espanhol, por favor!” Ou ainda: “Professor, agora poderia repetir o que falou em inglês/francês/espanhol, por favor?”

Cada aluno deve tomar a decisão de só falar no idioma estudado. Assim, o professor vai ficar sem graça e, dificilmente, vai falar em português. Ele não terá desculpa para falar em português com um aluno que, mesmo quando a palavra lhe é dirigida na língua materna, ele responde no novo idioma.

Marina Aparecida disse...

A IDIOMASTER traz a cultura estrangeira para o Brasil, através de seus inúmeros professores nativos, vindos de vários países do mundo. Nossos professores brasileiros, além terem fluência absoluta no idioma que lecionam, estão em constante contato com os colegas nativos, o que lhes assegura a constante atualização. Para o aluno, cada aula se torna um programa de imersão, onde somente a língua estrangeira é usada para a comunicação. São aulas dadas sob medida, assegurando um alto índice de rendimento.

Nadir disse...

Vou terminar a minha lista:

IMPONTUALIDADE
Muitas vezes recuperam o atraso no final da aula, só que esquecem que o aluno tem outros compromissos.

EXIGÊNCIA DE TRABALHO DE CASA, mesmo sabendo que o aluno não tem tempo.

PROFESSOR QUE NÃO PREPARA SUAS AULAS: fica sem saber o que fazer, dá a impressão de vender peixe.

PROFESSORES QUE PASSAM O TEMPO RECLAMANDO da sobrecarga da jornada de trabalho. O que o aluno tem a ver com isso? O aluno tem a jornada de trabalho sobrecarregada, mas ainda assim se sacrifica, investindo tempo e dinheiro no aprendizado de um novo idioma.

CELULARES DEVEM SER BANIDOS DA AULA
Que tal ter a aula e o raciocínio interrompidos com o celular do professor tocando? E quando ele passa um exercício escrito, uma redação para o aluno, para ficar batendo papo no celular? Não precisa nem comentar, né? O aluno também deve respeitar essa regra: celulares devem ser banidos da aula.

ALGO ÓBVIO, MAS NEM SEMPRE ACONTECE
Ter consideração com o próximo, vestindo-se adequadamente. Para tanto, não é preciso luxo, nem roupas de marcas, mas higiene e elegância na simplicidade. Mostrar autoestima e que está de bem com a vida. Como acessórios indispensáveis, sorrisos e bom humor!

IDIOMASTER disse...

As nossas aulas e cursos são preparados sob medida para cada aluno. Assim sendo, a carga horária diária, a duração e conteúdos dos cursos variam de acordo com o perfil do cliente e objetivos a serem atingidos. Os alunos aprendem vocabulários específicos usados no seu cotidiano.

Nossa meta é a mesma em todas as situações e circunstâncias: atingir um estado de excelência e a satisfação plena de cada cliente, através do alto índice de rendimento associado a um excelente custo-benefício.

Estamos conscientes da importância do papel do professor nesse processo. Por isso, contamos com uma equipe de profissionais que atuam com profissionalismo e seriedade, assegurando a qualidade e a confiabilidade de nossos produtos e serviços.

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