Sala de aula interativa

Qual seria a melhor sala de aula para a aprendizagem de um idioma:

  •  Uma sala de aula tradicional, com as carteiras arrumadas em fileiras ou em círculo?
  •  Uma sala de aula virtual, onde alunos e professores se comunicam em videoconferência ou pelo SKYPE?
  • Ou uma plataforma online, que as pessoas acessam assincronamente, se comunicando regularmente?

Pouco importa. Qualquer um desses ambientes pode ser adequado, desde que a aula seja interativa.

Mas o que vem a ser interatividade? Um termo da moda que usamos em substituição da palavra “comunicação”? Uma simples estratégia de marketing? Ou uma aula com computador, internet ou outra tecnologia da moda?

Aula interativa tem de ser sempre em grupo ou pode ser aula particular?

Reflita sobre o assunto e deixe aqui os seus comentários.

9 comentários:

Aline disse...

Acho inadequado dispor as carteiras de uma sala de aula em fileiras, uma atrás da outra. Interatividade implica comunicação e tal disposição entrava a interação dos alunos entre si e até mesmo a interação de alguns alunos com o professor (aqueles que se sentam no fundo da sala). É certo que o professor, às vezes, tem limitações impostas pelos seus diretores. Ainda assim, há aqueles que se saem bem, com criatividade. Assim sendo, não é totalmente impossível ter uma aula interativa (todos participando ativamente da aula, interagindo entre si e com o professor) numa sala de aula arrumada dessa maneira. No entanto, a disposição em círculo facilita. Quando o professor não sabe se virar com os alunos distribuídos em carteiras enfileiradas, eles cuidam de criar a interatividade: jogam bolinhas de papel nos colegas que estão de costas e aprontam outras pilhérias para garantir a comunicação entre si. Isso numa turma de crianças ou adolescentes. Numa turma de adultos, o bocejo é contagiante.

Marina Aparecida disse...

Pierre Lévy: “a escola é uma instituição que há cinco mil anos se baseia no falar/ditar do mestre”.

A IDIOMASTER inova com SALA DE AULA INTERATIVA.

Juliana Souza Coutinho disse...

Uma plataforma virtual é algo muito atrativo. Nada mais interativo, pois trata-se de um espaço multimidiático que disponibiliza várias ferramentas tecnológicas para que os alunos possam interagir, na maioria das vezes assincronamente. Mas considero como um reforço, quando se trata de aprender um idioma estrangeiro. Como única sala de aula, vai ficar faltando alguma coisa: a prática oral síncrona. A menos que essa plataforma seja complementada com algo como Skype ou outra sala de bate-papo, sendo que nessa prática oral não poderá faltar a figura do professor.

IDIOMASTER disse...

A IDIOMASTER já oferece aulas via Skype e temos o projeto de poder oferecer, em breve, uma plataforma virtual aos nossos alunos.

Nadir disse...

Existem aulas ruins em grupo. Existem aulas particulares ruins. Mas existem também boas aulas em grupo e boas aulas particulares. E para que uma aula seja realmente boa, ela tem de ser interativa. Certamente, “interatividade” é uma palavra da moda. Usá-la na venda de seus produtos e serviços, faz aumentar o número de clientes. Mas se ficar só no nível da publicidade, os produtos e serviços não serão satisfatórios. Uma vez entendido isso, caberá ao aluno escolher entre aulas em turma e aulas individuais. Na teoria, uma modalidade não é melhor que a outra. Na prática, a diferença de resultados é grande, de acordo com as necessidades e perfil de cada aluno.

Joaquim Octavio Oliveira disse...

O uso da informática ou outras tecnologias em sala de aula não garante uma aula interativa. Nem sempre as atividades propostas fazem apelo à criatividade do aluno, limitando-se à substituição de recursos tradicionais por recursos eletrônicos. Assim o quadro de giz ou projetor de slides é substituído por um software de apresentação de slides, a folha de papel e o lápis por um editor de textos ou planilha eletrônica, a prancha de desenho por um editor de imagens. Mas as atividades em si continuam fechadas, controladas pelo professor e os alunos não vão além da experiência de seguir à risca as instruções dadas pelo mestre. Desta maneira, as instruções não são centradas nos alunos nem a inteligência deles é explorada.

Juliana Souza Coutinho disse...

Marco Silva resume com propriedade: "A sala de aula interativa seria o ambiente em que o professor interrompe a tradição do falar/ditar, deixando de identificar-se como contador de histórias, e adota uma postura semelhante a do designer de software interativo. Ele constrói um conjunto de territórios a serem explorados pelos alunos e disponibiliza co-autoria e múltiplas conexões, permitindo que o aluno também faça por si mesmo. Isto significa muito mais do que "ser um conselheiro, uma ponte entre a informação e o entendimento, [...] um estimulador de curioside e fonte de dicas para que o aluno viaje sozinho no conhecimento obtido nos livros e nas redes de computador". O aluno, por sua vez, passa de expectador passivo a ator situado num jogo de preferências, de opções [...], podendo ser emissor e receptor no processo de intercompreensão. E a educação pode deixar de ser um produto para se tornar processo de troca de ações que cria conhecimento e não apenas o reproduz."

Marina Aparecida disse...

Ao construir um conjunto de territórios a serem explorados pelos alunos, o professor atentará para as diferenças e individualidade dos mesmos e adotará como ponto de partida a bagagem de conhecimentos por eles já adquirida. Ele, estará, assim, mobilizando as diversas competências. O direito à diferença é um ponto básico para a reinvenção da sala de aula adequada aos nossos tempos. Na perspectiva da interatividade, uma das estratégias do mestre será a de não mais indicar uma rota única, fixa e rígida a ser seguida por muitos alunos com histórias diversas atrás de si.

IDIOMASTER disse...

Aqui você descobriu o que é, na teoria, "sala de aula interativa".

Para vivenciar, na prática, o que é aprender um idioma na perspectiva da interatividade, inscreva-se em dos cursos oferecidos pela IDIOMASTER.

O idioma, você escolhe!

http://www.idiomaster.com.br/index.htm

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