Aprender um idioma sem mestre

Aprender um idioma sem mestre: um desafio ao nosso alcance ou um golpe publicitário?

Você já aprendeu ou conhece alguém que aprendeu  uma língua estrangeira sozinho, sem frequentar aulas?

Existem nas livrarias variedades de métodos cuja proposta é a aprendizagem de um idioma estrangeiro, sem auxílio de um professor. Podemos confiar e adquirir? Ou há melhores caminhos para essa aprendizagem em autonomia?

Enriqueça nosso blog com as suas experiências e opiniões.

7 comentários:

Lucas Oliveira Mora disse...

Todo mundo já ouviu alguém dizer que aprendeu uma língua estrangeira sem curso, sem aulas, sem mestre. Ora, nada é impossível (Gênios como Leonardo da Vinci e Einstein existiram, existem e existirão sempre!), mas é bem provável que a maioria dessas pessoas esteja acreditando nas suas próprias fantasias. Por outro lado, todos nós conhecemos pessoas inteligentíssimas que se dedicaram a determinado idioma durante anos e não param nunca de estudar. Trata-se de um processo longo e requer constante atualização. É preciso fazer a manutenção através do contato com falantes nativos. Portanto, sem mestre, via de regra, não dá!

Nadir disse...

Os métodos podem complementar as aulas, ainda assim é preciso ter cuidado!

É verdade, existem nas livrarias variedades de métodos cuja proposta é a aprendizagem de um idioma estrangeiro, sem auxílio de um professor. Nas bancas de jornais também. E ainda na WEB. Alguns desses métodos podem ser úteis como complementação de estudos feitos num bom curso ou com um bom professor. Podemos confiar e adquirir tais métodos? Para um aluno leigo é como jogar na loteria: mesmo como complementação, o aluno não tem conhecimento pedagógico para avaliar métodos de aprendizagem de língua estrangeira. Mesmo se ele já for professor de idiomas e estiver aprendendo um novo, como ele poderá avaliar um método escrito numa língua que ele desconhece?

Alberto Guedes da Silva disse...

Um método para a aprendizagem de um idioma sem mestre pode funcionar quando o aluno tem alguém com quem tirar as suas dúvidas. Mas nesse caso, a pessoa que tira as dúvidas não poderia ser considerado “o professor”? Nem sempre a pessoa que tira as dúvidas é um professor diplomado, pode ser um colega, familiar ou amigo que já domine o idioma almejado. Até mesmo um internauta. Não há aulas regulares, mas uma “ajudazinha” de vez em quando. De qualquer maneira, isso não é aprender sem mestre. Possivelmente, os que afirmam que aprenderam um idioma sem professor e sem aulas não consideram os “tira-dúvidas” como professores, nem o tempo que passam com eles como aulas.

Juliana Souza Coutinho disse...

Para ser autodidata, é preciso ter muita disciplina, mantendo um horário regular de estudos. O que é difícil para o público adulto que trabalha, pelo menos, oito horas por dia. Se não houver um compromisso com um curso ou um professor, fica difícil acordar mais cedo para estudar antes do expediente ou, depois de uma jornada de trabalho, chegar em cada e estudar sozinho. Só gostando muito mesmo de estudar!

Juan disse...

Ser autodidata é um dom. É preciso ter uma motivação muito grande e ser capaz de autonomia nos estudos. Isso para qualquer área do conhecimento. No caso de uma língua estrangeira, a situação fica ainda mais delicada, mesmo para os autodidatas natos. Para um autodidata disciplinado, fica fácil pegar uma gramática e estudar as regras e estruturas do novo idioma ou ler para aumentar o vocabulário. Mas como fica a prática oral? Tendo por objetivo a comunicação, a aprendizagem de um idioma requer a prática oral, o que supõe a interação com uma ou mais pessoas. Sem contar que quem estuda uma língua estrangeira sozinho corre o risco de ficar com uma pronúncia ortográfica!

Bruno disse...

As línguas são dinâmicas e estão em constante evolução. Assim sendo, requer atualização contínua por parte de seus falantes, quer eles sejam estudantes, professores, tradutores, intérpretes, etc. Assim como qualquer outra área do conhecimento humano. No caso de um idioma, a maneira mais eficiente e realista de atualização é o contato direto com falantes nativos e não através de métodos, revistas e livros. Estes, quando são bons, podem auxiliar, mostrando vertentes da língua. O falante nativo é a fonte mais completa e perfeita.

IDIOMASTER disse...

A IDIOMASTER visa a aprendizagem em autonomia. Nossos professores têm o compromisso de abrir portas (http://idiomaster.blogspot.com.br/2012/09/abrindo-portas.html), valendo-se de recursos múltiplos para atender os mais variados perfis, bagagens e backgrounds de seus alunos (http://idiomaster.blogspot.com.br/2012/11/metodos-de-ensino-de-linguas.html), valorizando cada aluno com aulas personalizadas (http://idiomaster.blogspot.com.br/2012/12/dez-maneiras-de-aprender-uma-lingua.html).

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