Qual é o espaço da literatura no ensino de idiomas?

O espaço da literatura na aprendizagem de línguas estrangeiras

É possível aprender uma língua estrangeira através da literatura? Ou seria isso uma estratégia do passado que já não dá mais certo nos dias atuais? É possível imaginar executivos, empresários, engenheiros, analistas e programadores "curtindo" obras literárias? E qual seria objetivo de um curso de língua baseado em poesia, romance e/ou teatro? Venha discutir essas e outras questões relacionadas com o espaço da literatura na aprendizagem de idiomas.

6 comentários:

Amanda Muller Garcia disse...

Não são poucas as pessoas que decidem estudar francês para ler os clássicos da literatura francesa no original. Um amigo meu decidiu estudar sueco para entender os filmes de Ingmar Bergman, sem precisar ler legendas. Resumindo, há pessoas que, para maior apreciação das artes, decidem aprender uma língua estrangeira. Dominar o idioma original da obra-prima potencializa o prazer que determinada arte pode oferecer. Diante disso, por que não explorar um extrato literário no momento de preparar a aula de língua estrangeira? Para os alunos que já gostam de literatura seria uma estratégia bem acertada. Para aqueles que porventura ainda não tiveram a oportunidade de mergulhar no mundo literário, seria uma oportunidade de conhecer algo novo e de ter uma aula prazerosa.

Nadir disse...

A literatura não só pode como deve ser abordada numa sala de aula de língua estrangeira. No entanto, não como um método ou a base do curso. Mas como uma ferramenta, como tantas outras. Assim sendo, pode-se explorar um extrato literário durante a aula para despertar a curiosidade para a leitura integral da obra-prima, que será realizada por iniciativa do aluno e em autonomia. Ainda para aguçar o prazer pelas obras-primas, o professor poderá estabelecer uma leitura literária extraclasse para discussão em classe. No idioma estrangeiro, é claro!

Juliana Souza Coutinho disse...

Sim, é possível imaginar executivos, empresários, engenheiros, analistas e programadores "curtindo" obras literárias. Porque literatura é arte, lazer e os profissionais, das mais variadas áreas, podem sentir prazer em explorá-la. Não é preciso ser escritor, crítico literário ou professor de literatura para admirar uma obra literária. Da mesma maneira que não é preciso ser arquiteto para admirar uma catedral gótica. Ou músico para apreciar uma sinfonia de Beethoven. Ou pintor/escultor para visitar o Museu do Louvre.

Joaquim Octavio Oliveira disse...

Discutir uma obra literária em sala de aula de língua estrangeira é uma excelente estratégia, que normalmente propicia discussão espontânea e calorosa. No entanto, só é viável para alunos de, no mínimo, nível intermediário no idioma estrangeiro.

Teresa Monteiro disse...

É a paixão pela literatura que leva muitos para a Faculdade de Letras. Não raro, quando optam por uma língua estrangeira, acabam se tornando fluentes nas aulas de literatura, pois aqueles que não se adaptam com encenações e/ou situações imaginárias, estratégias típicas de uma sala de aula de idioma, encontram nas discussões literárias um motivo verdadeiro para se expressarem e passam a usar a língua estrangeira como veículo de informação e troca, esquecendo-se da língua materna e de que estão falando num idioma estrangeiro.

IDIOMASTER disse...

Gostaria de praticar sua língua estrangeira preferida através da literatura? Nossos professores são formados em Letras e podem ajudá-lo(a) a explorar o universo literário dos países onde tal língua é falada. Você já é aluno(a) de Faculdade de Letras e gostaria de ter aulas de reforço, seja língua ou literatura? Procure-nos. Teremos o prazer em ajudá-lo(a).

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