Motivação

A importância da motivação no processo de ensino e aprendizagem de uma língua estrangeira

Motivação: o aluno deve trazê-la consigo ou cabe ao professor criar as condições necessárias para fomentá-la?

Como definir a motivação?

Qual a diferença entre motivação intrínseca e motivação extrínseca? Relacione, com exemplos, cada uma delas com o processo ensino-aprendizagem de um idioma.

É possível aprender uma língua estrangeira sem a motivação necessária?

O professor pode ser fonte de motivação para o aluno?

Explique o papel do professor como agente motivador.

E quando o professor não está motivado para exercer a sua profissão? Pode o aluno exercer alguma influência aqui? Tem o aluno alguma responsabilidade aqui?

Contamos com os leitores deste blog para o esclarecimento da questão.

10 comentários:

Juliana Souza Coutinho disse...

Motivação é a energia pessoal interior que leva cada indivíduo a agir, incentivando-o, orientando-o e mobilizando-o em direção à realização de seus objetivos. A motivação existe no âmago de todo ser humano.

No que tange à aprendizagem, o aluno só encontrará motivação quando os conteúdos tiverem um significado para ele, quando ele vir a possibilidade de aplicar o que estuda. Quando o aluno não percebe a utilidade daquilo que estuda, ele não tem vontade de estudar. É fundamental, portanto, que o professor explique ao aluno a importância e o porquê dos conteúdos trabalhados e de que maneira determinada tarefa vai contribuir para a assimilação dos conteúdos. Aí temos o professor atuando como agente motivador.

Ruben Regen disse...

O professor, para cumprir o seu papel de facilitador da aprendizagem, deve criar um ambiente motivador. Ele deve exteriorizar confiança no potencial do aluno, pois o aluno precisa contar com um professor que acredita e torce pelo seu sucesso. Há outros fatores também importantes, como os colegas de turma (quando a aula não for particular), o material adotado, os recursos utilizados pelo professor (mídias, método escolhido), atividades propostas, etc.

Amanda Muller Garcia disse...

O professor pode atuar também como agente de desmotivação. Ele faz isso, citando alguns exemplos, quando diz ao aluno que ele não consegue aprender mesmo, que aconselharia a fazer outra coisa, que os deveres apresentados estão ruins, ao invés de buscar uma alquimia, ou seja, partir do erro para chegar ao acerto, motivando, assim, positivamente o aluno.

Nadir disse...

Trazer a motivação consigo, ou seja, alunos naturalmente motivados é uma característica de certos alunos, e não uma obrigação.

É obrigação do professor trabalhar para que todos os seus alunos passem a integrar o rol dos naturalmente motivados.

No entanto, certos professores conseguem ceifar a motivação de alunos naturalmente motivados. Uma maneira de fazer isso é dar aulas chatas, propor tarefas enfadonhas ou quando o professor não mostra entusiasmo com o que faz.

Por outro lado, certos professores manifestam repúdio contra alunos naturalmente motivados. Sentem-se inseguros e, cheios de "ciúmes", tentam ridicularizar os bons alunos. Como se fosse errado gostar de estudar e ser intelectualmente autônomo.Todo bom aluno, com certeza, em algum momento de seu trajeto escolar, colegial ou acadêmico encontrou um ou mais professores assim. Tais professores causam mal e é uma pena que o assunto seja tão pouco abordado.

Joaquim Octavio Oliveira disse...

Um bom professor entra na sala de aula com energia e entusiasmo, extravasa amor e dedicação, demonstrando prazer naquilo que faz. Assim sendo, ele tem no seu ânimo fonte de motivação para todos. O compromisso pessoal do bom professor com o processo de ensino-aprendizagem o leva a mobilizar a energia interna do aluno, tornando-o motivado. Quando o aluno é contagiado pelo calor humano e afetividade do professor, ele tudo fará para corresponder às expectativas do mestre.

Certamente que os professores vivem de sua profissão. No entanto, o professor cuja motivação aumenta ou diminui de acordo com o salário que recebe nunca brilhará como profissional. Pois a sua motivação não é intrínseca, mas sim, extrínseca.

Robin Blumen disse...

Se há professores que, enciumados, detestam os excelentes alunos, para outros professores, tais alunos são fonte de motivação. Sentem-se bem ao vê-los interessados nas suas aulas e ao constatar que eles progridem com a sua ajuda. Trata-se também de motivação extrínseca, pois o professor intrinsecamente motivado dará aula com entusiasmo para qualquer aluno, sem exceção. Quanto maior o desafio, maior o prazer. Assim sendo, trabalhará com ardor para tirar leite de pedra.

Alberto Guedes da Silva disse...

Se por um lado, trazer a motivação consigo não é obrigação do aluno, por outro lado, é impossível aprender sem ela. Assim sendo, quando o aluno entra em sala de aula desmotivado, se o professor não desempenhar bem o seu papel de agente motivador, não haverá aprendizagem. Sim, porque, para que se faça alguma coisa na vida, é preciso ter vontade de fazê-la. No nosso caso, é preciso ter vontade de aprender.

Sebastian Fonseca disse...

Ninguém aprende nada sem motivação. A motivação pode ser intrínseca ou extrínseca.

Quando o aluno sente prazer em estudar, quando o assunto estudado é para ele entretenimento, diz-se que a motivação é intrínseca: o ato de estudar tem um fim em si mesmo. A recompensa aqui é o próprio prazer em estudar e aprender.

Quando o aluno é motivado a estudar para agradar aos pais, para receber um diploma, para ser promovido no emprego ou por qualquer outra razão que não seja interesse pessoal em estudar ou satisfação pessoal em aprender, diz-se que a motivação é extrínseca: o aluno estuda por motivos alheios ao próprio ato de estudar.

Nestor Martins disse...

O ideal é ter a motivação intrínseca, tanto para ensinar quanto para aprender. Um aluno que estuda para uma prova não se importará mais com os conteúdos estudados, após ser aprovado ou ter recebido o diploma. Da mesma maneira, não se pode confiar plenamente num professor (ou qualquer outro profissional) que só trabalha motivado pelo salário.

Coordenador Idiomaster disse...

Ao contratarmos professores, selecionamos candidatos intrinsecamente motivados. Após a seleção, procuramos mantê-los motivados extrinsecamente também. Tudo isso para que eles trabalhem buscando a motivação do aluno.

Caso esteja desiludido por ter sofrido experiências negativas em outros cursos, não hesite em nos procurar. Sabemos trabalhar com as diferenças de nossos alunos, sejam eles altamente motivados ou totalmente desmotivados.

Na IDIOMASTER, você não corre risco de discriminação. Todos são bem-vindos! Tratar todos com respeito e igualdade é o nosso lema.

Afinal, o nosso maior patrimônio é você, aluno!

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