Brussels Chocolate

Listening and Reading


Brussels – Chocolate Capital of the World
Listening and Reading
Brussels is not only the capital of Belgium and the center of the European Union but, what most people don’t know, the chocolate capital of the world. Ever since the Belgian Jean Neuhaus created the first praline a hundred years ago Belgium has been home of the chocolate business. There are over 300 chocolate producers in the Belgian capital and many chocolate lovers claim that the best chocolate in the world comes from Belgium.
Europe’s history of chocolate goes back to the 16 th century when Spanish explorers brought cocoa beans home from Mexico. At that time cocoa beans were traded and served as a form of money. When Belgian King Leopold II occupied Congo and made it a Belgian colony thousands of tons of cocoa were shipped home and spurred the growth of the chocolate industry.
Belgium produces 170 000 tons of chocolate a year, sold in over 2000 shops located throughout the country. Every Belgian consumes over 11 kg of chocolate a year.

Source: English Online



Historia da Lagoa Rodrigo de Freitas




No Século XVI existiam algumas fazendas e engenhos localizadas no Jardim da 
Gávea, que englobava os atuais bairros da Gávea, Jardim Botânico e Lagoa, essa área apresentava terras de boa qualidade para o plantio da cana-de-açúcar, atividade esta que muito interessou aos colonizadores no início da vida carioca.

Às margens da lagoa que era conhecida pelos índios como Sapopenipã, que significa lagoa das raízes chatas em Tupi-Guarani, e pelos portugueses como lagoa dos socós, porque na região havia muito dessas aves, foi instalado o Engenho Del Rei pelo Governador Antonio Salema, logo após expulsar os corsários franceses em 1575 da Baía de Guanabara.
Em 1660 essas terras foram adquiridas por Rodrigo de Freitas Castro e Mello que ao voltar para Portugal transferiu-a para seu filho Rodrigo de Freitas que a conservou assim como seu herdeiro.

No início do Século XIX, D. João VI ao se transferir para o Brasil, em 1808, chegando ao Rio de Janeiro, teve como primeira providência a construção de uma fábrica de pólvora para que seu exército e sua marinha pudessem proteger a cidade de possíveis invasões francesas. O local escolhido para a construção da fábrica foi em terras que circundavam a lagoa, já então denominada Lagoa Rodrigo de Freitas. Para que esta construção pudesse ser realizada D. João VI indenizou a família Rodrigo de Freitas e nesse mesmo ano a fábrica foi construída. Em 1826 a fábrica de pólvora construída por D. João VI explodiu e foi então transferida para a Raiz da Serra no caminho que D. Pedro II fazia para chegar a Petrópolis, e passou a chamar-se Fábrica da Estrela.

A partir da metade do Século XIX, a produção de cana-de-açúcar começou a entrar em crise fazendo com que alguns dos engenhos situados nas regiões rurais passassem a ser retalhados em chácaras.

Em 01 de janeiro de 1871 a Companhia de Ferro Carril do Jardim Botânico, empresa que recebeu a primeira concessão para o serviço de bondes de burro, estendeu suas linhas até o atual bairro do Jardim Botânico. Dois anos depois, a 17 de dezembro de 1873, a Companhia inaugurava o ramal Gávea que passaria a ser Freguesia a partir do ano seguinte. A Freguesia da Gávea que englobava os atuais bairros da Lagoa, Jardim Botânico, Gávea, Ipanema, Leblon, Vidigal, São Conrado e parte da Barra da Tijuca, atingiu em 1890 o número de 4.712 em sua população residente.

Já no final do Século, a Freguesia da Gávea passou a ser ocupada por fábricas têxteis, aumentando rapidamente sua população. Na 1ª década do Século XX no programa de reforma urbana implementada pelo então Prefeito Pereira Passos foi realizado o saneamento da Lagoa Rodrigo de Freitas. Em 1919, o Prefeito Paulo de Frontim no intuito de resolver o problema de saneamento da lagoa optou pela resalinação da mesma, mas foi na administração de Carlos Sampaio que essa área começou a ser efetivamente urbanizada, passando a integrar mais uma nova e extensa "área nobre" à cidade. Em 1920, apesar dos aterros, a área da Lagoa ainda chegava às ruas Humaitá e Marquês de São Vicente. Em 1922 a orla da lagoa foi circundada por uma bela avenida, que foi utilizada para construções de casas para a elite carioca, essa avenida foi chamada de Av. Epitácio Pessoa, em homenagem ao então Presidente da República Epitácio Pessoa. Em 1926 foi inaugurado o Jóquei Clube Brasileiro, onde ainda hoje está localizado.


Na década de 50 foram fechadas as fábricas têxteis: Carioca e Corcovado e suas áreas foram urbanizadas, encerrando-se assim a fase industrial do Bairro. Paralelamente foram também retiradas da região as favelas onde habitavam os mais pobres. Na administração do Governador Carlos Lacerda foram abertos os túneis Rebouças, ligando a Lagoa ao Rio Comprido, unindo a Zona Norte à Zona Sul.









Lagoa 1968

Quem inventou o Piquenique?



O hábito de reunir amigos para uma comilança ao ar livre, com direito a guloseimas diversas e uma sesta logo em seguida vem de longe, sabia? Ele remonta às caçadas medievais que os nobres da França e da Inglaterra organizavam em suas cortes.
A diversão acontecia da seguinte forma: durante a caçada, alguns animais, principalmente cervos, eram abatidos, limpos, cortados e preparados no próprio campo.
Na segunda metade do século 19, o piquenique se desligou das caçadas para virar moda. Foi nessa época que os ingleses resolveram introduzir nesse passeio o uso de talheres, louças e taças de champanhe, para que as refeições fossem tão civilizadas quanto as servidas dentro de casa.
Ah, sim! Sabe o que esse pessoal comia? Presuntos, assados, tortas doces de vários sabores, lagosta com maionese caseira e ponche de uísque, entre outras delícias.
Depois de encher bastante a barriga, muita gente ainda tinha energia para cantar ou tocar música para entreter os outros convidados. Alguns jogos também eram organizados depois da comilança.
Ficou curioso com a origem da palavra piquenique? Pois os ingleses e os franceses disputam a sua origem. Para os ingleses, ela vem de picnic, festas em que cada convidado levava um prato.
Já os franceses dizem que ela é a junção de duas palavras de seu idioma: piquer, que significa “beliscar” a comida, servir-se com as mãos; e nique, algo pequeno e de pouco valor. Na França existe até o verbo pique-niquer, algo como “piquenicar”.

Pique Nique no Parque Lage

A equipe Idiomaster gostaria de convidar a todos os alunos e seguidores do Blog para o nosso primeiro evento social de 2015.

A ideia é oferecer uma oportunidade para a prática de suas habilidades linguísticas em um ambiente muito agradável: o PARQUE LAGE, espaço singular por sua beleza e área verde. Venha praticar conosco seus conhecimentos de inglês.

Todos os amigos e familiares são também muito bem-vindos!

Tragam o que forem consumir e suas cangas ou esteiras.

Esperamos todos vocês lá! 


Para mais informações clique aqui 

Social Events

In 2015, Idiomaster will be organsing free social events for our students to meet up with other students and teachers and the IDIOMASTER team and practice your language skills. Family members, friends and colleagues are also welcome.
These events will be held once per month, the 1st will be on January 25th with more details to follow very soon.
We look forward to seeing you there.



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INGLÊS – Ferramenta do século 21

A importância do inglês no mercado de trabalho é total. Sem saber falar inglês fluentemente é praticamente impossível conseguir uma colocação numa grande empresa.

Por causa da grande globalização que ocorre mundialmente houve a necessidade de adotar uma linguagem eficiente para a comunicação entre as nações. A linguagem que foi adotada foi o inglês. Já que a mesma é conhecida e falada nos quatro cantos do mundo. 

Como o mercado de trabalho vem se tornando cada vez mais competitivo, e as empresas principalmente as de grande e médio porte, possuem filiais e clientes em diversas partes do mundo, os candidatos às vagas dessas empresas precisam ter um conhecimento da língua inglesa, para poderem ter alguma chance de conquistar a vaga. 


Temos que saber que dentro de seu país cada pessoa estará falando a sua língua nativa. Porém na sociedade global, que é onde possui a fonte de informação e de conhecimento, exige uma comunicação só. Quem não adotar essa linguagem, estará praticamente excluído da sociedade global e por consequência do mercado de trabalho. 

Podemos perceber que aprender inglês deixou de ser um diferencial para ser uma necessidade, pois sem ele ficaremos desqualificados na hora de conquistar um emprego. 

Pois o domínio da linguagem mundial é uma maneira de termos muitas portas abertas para o nosso crescimento e desenvolvimento profissional atingindo também nossa vida pessoal e cultural. 

Mas para aprender o inglês temos que frequentar um curso. Temos que estudar com vontade e empenho, e para atingir o SUCESSO temos que nos esforçar, e o inglês é o começo dessa busca.



Como escolher um bom professor?



Não se influencie pelo nome da escola, mas sim pelo currículo do instrutor. Não é a cor da camiseta que faz o bom jogador. O fato de escolas em diferentes cidades operarem sob o mesmo nome e usarem o mesmo livro não significa que sejam iguais, muito menos que os instrutores sejam todos bons. O fundamental (além da vontade do aluno) é o instrutor, não o nome da escola nem os materiais de ensino usados. Linguagem é comportamento humano, e habilidade sobre uma língua depende de prática no convívio e no contato pessoal com quem falam esta língua com naturalidade e desenvoltura. Plano didático, regras gramaticais, livros, fitas, videotapes ou CD-ROMs, podem constituir-se num complemento interessante, mas pouco lhe ajudam a desenvolver a habilidade funcional de que você necessita.


O que é um bom instrutor?

Quando pensamos em aprender inglês, na grande maioria dos casos isso se refere a desenvolver habilidade funcional em inglês; não necessariamente adquirir conhecimento sobre sua estrutura gramatical, nem estocar frases-modelo decoradas. Portanto, quando falamos de professor ou de instrutor de inglês, na verdade estamos nos referindo a uma pessoa que saiba funcionar como agente desta língua e desta cultura que desejamos assimilar e que, consciente do que necessitamos, saiba nos ajudar a desenvolver essa habilidade. São três os aspectos que definem a qualificação de um instrutor, os quais se complementam e devem ocorrer simultaneamente.
  • Competência na língua e na cultura: A primeira e fundamental condição de um bom instrutor de língua estrangeira é que fale muito bem o idioma, com fluência e naturalidade, e que tenha plena familiaridade com a cultura estrangeira. Para isso, no caso do inglês, se não for um nativo, deve ter no mínimo 1 ano e meio ou 2 de experiência em país de língua inglesa e proficiência equivalente a TOEFL 600+. Pronúncia, ritmo e entonação corretos bem como propriedade idiomática são fundamentais para não transferir desvios ao aluno. Infelizmente, fica difícil para quem ainda não fala inglês distinguir nos outros uma boa pronúncia de uma pronúncia distorcida pela interferência da língua materna (sotaque, pobreza idiomática, etc.). Isso torna o principiante uma presa fácil de cursos menos sérios. Por isso é sempre recomendável procurar conhecer o inglês de seu futuro instrutor na presença de um amigo que fale inglês muito bem, ou bem o suficiente para saber reconhecer uma pronúncia autêntica. Improvisação, pobreza idiomática e desvios gramaticais também são limitações frequentemente observadas em instrutores de muitos cursinhos e também prejudiciais ao aluno.
  • Características de personalidade: Além de plena competência linguística e cultural, existem certas características de personalidade e habilidades no plano psicológico que são decisivas. O bom instrutor é normalmente descontraído, alegre, tem bom senso de humor, facilidade de relacionamento e sensibilidade para saber lidar com pessoas com diferentes graus de autoconfiança. Não é aquele que ostenta seu conhecimento linguístico e corrige o aprendiz; é aquele que desenvolve autoestima e autoconfiança no aprendiz. É aquele que desempenha um papel de facilitador, colocando-se num plano de igualdade e não de superioridade. É aquele que explora o plano afetivo e simpatiza com o aprendiz.
O bom instrutor é aquele que, ao perceber a realidade pela ótica do aprendiz, identifica, analisa e explica diferenças culturais. É aquele que se solidariza e se projeta dentro do aprendiz; que, em vez de livros e fitas, explora os pensamentos do aprendiz, seus interesses, seus valores e suas verdades, mesmo os mais íntimos, e ajuda o aprendiz a traduzi-los em linguagem precisa, correta e elegante. É aquele que se interessa mais pelo conteúdo da mensagem que o aprendiz tenta lhe transmitir do que nos desvios da linguagem utilizada. É aquele que apresenta a língua estrangeira na sua finalidade prática como meio de expressão, servindo ao aprendiz, e não levando-o a dobrar-se às regras e irregularidades da língua.
Tais habilidades muitas vezes fazem parte da natureza da pessoa, mas podem também ser desenvolvidas. Os aspectos psicológicos na relação ensino-aprendizado deveriam ser estudados e as respectivas habilidades treinadas, embora seja uma área pouco estudada e mesmo negligenciada pela maioria dos cursos universitários formadores de professores de línguas.
  • Qualificação acadêmica: É indispensável que o instrutor tenha clara consciência dos conceitos de language learning e language acquisition e desejável também que tenha conhecimentos de psicologia educacional, linguística comparada, diferentes métodos de ensino de línguas, fonologia e alguma experiência como instrutor.
Além dos cursos de Letras de universidades brasileiras, que oferecem estes conhecimentos em algumas de suas cadeiras, há os cursos profissionalizantes em TESL, TEFL, ou TESOL, do exterior. Destes, existem muitos, com uma diferença grande de custo, carga horária e qualidade. Há desde cursos online e cursos de 5 dias, até programas de um semestre oferecidos por universidades. Logicamente, quanto maior a carga horária, melhor, e, em geral, os oferecidos por universidades são melhores. Pode-se considerar de boa qualificação acadêmica o instrutor que tiver um Certification de universidade norte-americana ou canadense; ou um TKT, CELTA, CELTYL, ICELT da Universidade de Cambridge (Inglaterra). A mesma universidade também oferece o DELTA e o IDLTM, programas mais avançados que os anteriores.
Acima da formação em Letras e desses certificados profissionalizantes, vêm os mestrados em TESL, TEFL ou TESOL, qualificação ideal para diretores e orientadores pedagógicos de escolas. Mais recentemente universidades britânicas passaram a oferecer o TEYL (Teaching English to Young Learners), um programa de mestrado voltado ao ensino de línguas na infância.
Algumas universidades norte-americanas também oferecem programas de doutorado (Ed D e PhD) em TESOL, TESL, Second Language Acquisition, Applied Linguistics, e Educational Linguistics, os quais conferem ao candidato a mais alta qualificação existente atualmente na área de ensino de línguas. Atualmente existem nos Estados Unidos cerca de 165 programas de mestrado nessa área, e 29 de doutorado.
De uma forma geral, instrutores competentes normalmente trabalham por conta própria ou abrem suas próprias escolas independentes. Uma boa escola paga bem seus instrutores, exige uma graduação TOEFL mínima deles, dá-lhes liberdade de improvisar na sala de aula e terá interesse em publicar o nome e o currículo completo de cada um. Uma escola séria, em vez de expressões do tipo altamente qualificados, apresenta fatos assim: Fulano de Tal, TOEFL 624, TEFL Certificate da Universidade de Columbia, 3 anos de residência nos Estados Unidos, 5 anos de experiência no ensino de ..., etc.
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COMO FAZER UMA CITAÇÃO DESTA PÁGINA:
Schütz, Ricardo. "Como Escolher um Programa de Inglês." English Made in Brazil <http://www.sk.com.br/sk-como.html>. Online. 26 de julho de 2014.
Observe que ao citar textos encontrados na Internet, é necessário colocar a data, devido às frequentes alterações que os mesmos podem sofrer.


Onde encontrar tal mestre?

Feche os olhos. (...) Quem seria seu melhor professor?

Em algum lugar ele existe. Vamos construir seu perfil, que isso facilitará a tarefa de
encontrá-lo. Como seria ele?

1. Alguém que soubesse exatamente o que você quer aprender;
2. alguém que entendesse seu jeito de ser;
3. alguém que entendesse seu ritmo de aprendizado e o aceitasse;
4. alguém que seja capaz o suficiente;
5. alguém que não o pressione além de seus limites;
6. alguém que não pare de lhe ensinar simplesmente porque acabou o período das
aulas;
7. alguém que esteja sempre disponível no horário de que você dispõe;
8. alguém que se interesse pelo tema tanto quanto você.

E por aí você pode prosseguir com suas próprias exigências. Feche os olhos novamente e pense um pouco. Onde encontrar tal mestre? Quem poderia ser essa pessoa?

Sem lhe conhecer pessoalmente, eu já tenho a resposta. Provavelmente você também já tenha.
Você mesmo.

Fonte: http://www.agostinhorosa.com.br/artigos/por-que-ser-autodidata.html

Proposta do blog: comentar o texto acima, precisando com o que concorda e/ou discorda.

Língua estrangeira nas escolas

Quais seriam ou deveriam ser os objetivos do ensino de língua estrangeira nas escolas?

Todos tiveram aulas de língua estrangeira no ensino fundamental e médio. Mas quem conseguiu aprender a falar e escrever num idioma estrangeiro na escola, sem ter feito um curso especializado paralelamente? Seria o ensino de língua estrangeira nas escolas inútil? Ou seria possível tornar-se bilíngue nos bancos escolares?

Aprendendo em autonomia

Dicas e instruções para aprender uma língua estrangeira em autonomia

O que é aprendizagem em autonomia? Quais são as características? Qualquer estudante pode aprender em autonomia ou trata-se de uma habilidade que nem todos possuem? O que é necessário para aprender uma língua estrangeira em autonomia? Dicas e instruções.  Trunfos e limitações.
 

Preparando a aula

Fazendo ponte com os interesses dos alunos

Um professor experiente precisa preparar aula ou basta valer-se da sua experiência? Existe uma “receita” para preparar aula? Como fazer uma ponte entre os conteúdos e os interesses dos alunos? Como motivar o aluno para a aula planejada?

Contamos com a sua participação para enriquecimento do nosso blog.

Viagem com objetivo linguístico

O momento ideal de visitar um país onde se fala a língua estrangeira que estudamos

A ideia de uma viagem ao exterior excita todos. Para aqueles que se dedicam ao estudo de um idioma, visitar um país onde a língua estudada é falada torna-se um sonho. Mas, levando em consideração o aprendizado da língua estrangeira, existiria um momento ideal para que a viagem aconteça? Em caso positivo, estaria esse momento situado antes, durante ou após a conclusão do curso numa escola de línguas especializada?

Contamos com a sua contribuição para esclarecimento do assunto e enriquecimento do nosso blog. 

Desmistificando mitos


Mitos e crenças infundadas sobre o processo de aprendizagem de uma língua estrangeira

Ao longo dos anos, construíram-se mitos e pressupostos culturais sobre a aprendizagem de um idioma estrangeiro. Certas crenças chegam mesmo a desestimular aqueles que desejam aprender uma segunda língua, pois arriscar-se nessa área significa investir em tempo e dinheiro. É consenso da maioria que não se deve jogar para perder. Sem falar no desconforto emocional que o fracasso provoca e, por isso, deve ser evitado a todo custo.

Outras vezes, uma vez inscrito num curso de idiomas, o aluno acaba enfrentando situações frustrantes por conta dos mitos criados, principalmente por parte de certos professores, que os adotam na sua prática pedagógica.

Quais seriam esses mitos que afastam um grande número de pessoas dos cursos de línguas estrangeiras?
Com que verdades poderíamos desconstruir tais mitos?

Ser ou saber?

O que é mais relevante para ser um bom professor de idiomas?

Para ser um excelente professor de determinado idioma, basta ter fluência e ótima competência linguística no idioma ensinado, além de ser competente em didática e pedagogia de línguas estrangeiras. Ou seja, é preciso saber... Concorda? 

Ou você acha que ser é tão importante quanto saber? Nesse sentido, um bom professor de idiomas deve reunir determinadas características de personalidade e possuir habilidades psicológicas que o permitam colocar o seu saber em prática e exercer bem a sua profissão.

Compartilhe conosco as suas experiências e opiniões.

Professor falante nativo

Condição sine qua non para se tornar um perfeito bilíngue?

Há alunos que só aceitam estudar uma língua estrangeira, se o professor for um falante nativo. Trata-se de uma exigência inteligente? 

A performance de um aluno será indubitavelmente melhor se o seu professor for um falante nativo: falácia ou verdade incontestável?

Estudar com um falante nativo garante uma performance perfeita, tal qual a do professor?

Onde termina a realidade e onde começa o mito?

Compartilhe conosco as suas experiências e opiniões.

Motivação

A importância da motivação no processo de ensino e aprendizagem de uma língua estrangeira

Motivação: o aluno deve trazê-la consigo ou cabe ao professor criar as condições necessárias para fomentá-la?

Como definir a motivação?

Qual a diferença entre motivação intrínseca e motivação extrínseca? Relacione, com exemplos, cada uma delas com o processo ensino-aprendizagem de um idioma.

É possível aprender uma língua estrangeira sem a motivação necessária?

O professor pode ser fonte de motivação para o aluno?

Explique o papel do professor como agente motivador.

E quando o professor não está motivado para exercer a sua profissão? Pode o aluno exercer alguma influência aqui? Tem o aluno alguma responsabilidade aqui?

Contamos com os leitores deste blog para o esclarecimento da questão.

Trabalho de Casa

A importância do dever de casa no processo de aquisição de uma língua estrangeira

Atividade indispensável que deve ser corrigida e aplicada a cada aula?

Qual seria o objetivo do trabalho de casa? 

Como escolher as tarefas?

Quanto tempo de aula deve ser atribuído à correção do dever de casa? Ou o professor deve corrigi-lo fora do tempo de aula?

O que fazer quando o aluno não apresentar a tarefa solicitada? Atribuir pontos negativos à sua nota?

É possível passar trabalhos orais (compreensão oral ou expressão oral) para casa? De que maneira?

Enriqueça o nosso blog com os seus comentários e experiências.

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